Notícias

30/01/2018

Campanha para derrubar no Congresso o veto ao Refis para as MPEs mobiliza o CRCRJ

O Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro está participando da campanha do SEBRAE para derrubar no Congresso o veto ao Parcelamento Especial para Micro e Pequenas Empresas (Refis), ao lado de outras entidades como a Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis) e a União Nacional de Entidades de Comércio e Serviços. O objetivo é mobilizar toda a sociedade e mostrar aos Deputados e Senadores a importância de derrubar o veto do presidente Michel Temer e, assim, manter o Refis para as Micro e Pequenas Empresas.

O vice-presidente do CRCRJ, Samir Nehme, ressalta que existem mais de 500 mil profissionais da contabilidade em todo país que assessoram e prestam consultoria aos empresários. “Vivenciamos as dificuldades das empresas para manterem as portas abertas e nos preocupa o número expressivo de devedoras, que aguardavam esse parcelamento. Além disso, não podemos ignorar a situação calamitosa do Rio de Janeiro, que passa por grave crise econômica, o que amplia a necessidade de uma ação fiscal do Governo Federal que auxilie o segmento”, afirma.

Por meio do site http://refisparaospequenos.com.br/ , é possível obter mais informações sobre o assunto e apoiar a campanha.

O CRCRJ recomenda aos Profissionais da Contabilidade que orientem seus clientes neste momento, para que possam permanecer no Simples Nacional. As empresas têm até 31 de janeiro para solicitar o refinanciamento de débitos nas condições antigas, que não são tão favoráveis; mas isso deve ser feito para que não sejam eliminadas do Simples. A expectativa é que a derrubada do veto aconteça em fevereiro, com o retorno das atividades no Congresso Nacional. Com isso, as empresas poderão migrar para uma condição mais favorável de parcelamento e continuar no Simples.

O senador José Pimentel, que também participa da mobilização para a manutenção do REFIS para as MPEs, destaca a importância das micro e pequenas empresas. "O saldo positivo na geração de empregos vem das empresas do Simples desde 2013. De dezembro de 2006 a dezembro de 2017, foram criadas mais de 11 milhões de vagas", informou. Segundo ele, 600 mil empresas correm risco de fechar, o que acarretaria em cerca de 2,4 milhões de demissões.

fonte: Jornal Dia a Dia